PREMIADOS – 1º METRÔ

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS

Os três filmes vencedores do TROFÉU PASSAGEM são:

22498920_526290041050576_8490205915219969629_o.jpg

Pequenos animais sem dono, de Maju de Paiva (UFF/RJ) – Pela sutileza, delicadeza na abordagem temática, pela força das performances dos personagens e pela precisão na direção e na abordagem técnica precisa que faz com que o espectador alcance vários aspectos da narrativa através do relacionamento entre os dois personagens principais

22467402_526290117717235_5911486495069958558_o

Boa Noite, Charles, de Irmãos Carvalho (Puc-Rio) – Pela originalidade da história. Por narrá-la de forma pouco comum, fragmentada, confluindo formas distintas de se fazer cinema mas sem, com isso, deixar de ser expressiva e enfrentar, entre outros conflitos, a saga do processo de realização.

22520063_526290054383908_1928021503829013926_o.jpg

Janaína Overdrive, de Mozart Freire (UFC Vila das Artes/CE) – Pela criatividade pungente, pela crença na força da narrativa, pelas personagens improváveis e fortes, pela riqueza visual expressa no todo e nos detalhes, ecoando um estado de espírito do cinema brasileiro dos anos 70 e 80, e ao mesmo tempo o adaptando a questões latentes de cinema e de vida dos dias de hoje.

Júri Técnico: Cristiane Senn, Débora Opolski, Gustavo Ulisse


O Júri Universitário concedeu o PRÊMIO TRILHO para: Boa Noite, Charles, de Irmãos Carvalho (Puc-Rio) – Pela ode à persistência e abertura a novos caminhos de experimentação em linguagem, inspiração para novos realizadores diante dos obstáculos do cinema universitário brasileiro.

Júri Universitário: Bianca Ono, Bruno Fernandes, Matheus Petris, Stefano Lopes, Vinicius Carvalho


MetrôLAB – LABORATÓRIO DE PROJETOS DE CURTAS

Melhor Projeto: Pelo processo compartilhado de criação artística, pela maturidade e consistência do projeto e da apresentação, o prêmio vai para “MC Jess“, de Carla Villa-Lobos (diretora) e Julia Araujo (produtora), por sua força estética e artística.

Menção Honrosa: Decidiu-se por dar menção honrosa a dois projetos, pois não se trata da procura de uma história para fazer cinema, mas sim de fazer cinema para contar sua própria história. Somado à consistência desses projetos, que unem pesquisa com vivências pessoais, oferecemos menções honrosas para: “Baobá“, de Bea Gerolin; e Ibeji Ibeji, de Victor Rodrigues de Paula.

Banca de Jurados: Ana Paula Málaga Carreiro, Renato Tortorella, Terence Keller